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Mensagens

A mostrar mensagens de 2026

What a view...to a kill

  “Who controls the past controls the future. Who controls the present controls the past.” 1984, George Orwell Vivemos num mundo que tenta alterar o passado e o presente. Um presidente que manipula o seu pais para o bem do seu bolso pessoal, que espalha/sustem/promove o seu regime manipulando, invadindo, ameaçando, e como um polvo expandindo a sua visão e dominio. Um presidente que muda nomes a seu belo prazer, com um ego desmesurado, querendo qual Ramsés II, deixar a sua marca. E o mundo, como carneiros e ovelhas, segue, aplaudindo, olhando para os outros como inimigos, não vendo a verdade em frente. Uma cortina de fumo de russos e americanos, israelitas e ucranianos, chineses e europeus todos metidos numa teia de poder.  Voltamos aos anos 30 do século passado. O imigrante é o novo judeu. Os bilionários cada vez mais ricos, agora donos do monopólio das comunicações, tentam impor a sua verdade.  E promovem os politicos que querem...os salvadores da pátria. E promovem o me...

Os sons do meu cão morto

  Ás vezes parece que oiço o barulho que o meu cão fazia com as patas quando ia começar a escavar. Mas rapidamente me lembro que já morreu. Outras vezes vou ao quintal e parece que sinto um aroma do meu cão, tanto quando fazia xixi ou quando tinha estado a chuva e tinha o pelo molhado... são apenas segundos, fragmentos e logo desaparecem. Em alguns momentos, parece que escuto a sua voz quando ia começar a ladrar... mas nada surge. Quando regressei de férias sentia a casa ainda mais vazia... aliás, nem tinha ninguem a minha espera... podia lá ficar indefinidamente. Quando me perguntam quando arranjo outro cão apenas respondo - ainda não. Não ter cão faz me sentir a falta de ter cão. Mas neste momento só me apetecia ter o Meu Cão. Não ter cão liberta-me também das amarras da casa, que é apenas um constructo de memorias, limites e apegos agora. Sento-me agora e espero...espero que o som do meu cão morto emerja de novo...mas ele não o faz....  Nada me prende, nada me limita, nada ...
  Mikas foste o melhor cão que tive. Sempre me amaste incondicionalmente, sempre louco por mim.... neste momento não tenho palavras para a tristeza de não ter ter aqui. 13 anos foi tão pouco e pensar que ontem parecias tão bem!! Não sei mais o que dizer.... que falta me fazes.... Hoje sinto que a vida é um jogo viciado, onde os bons morrem e os maus continuam. Neste dia sinto que Deus não existe....... Meu Grande amigo.......

Desconforto

 Já não é a primeira, nem segunda e talvez nem a terceira. Chegar, mas vir tão carregado de ansiedades, medos e projecções, que nada corresponde a nada. Chego a cidade e de repente....um desconforto. Quero voltar para casa. Quero fazer mil planos no sitio que conheço. Quero fugir dali. A minha mente preocupa-se ou desvaloriza, tudo parece sujo, banal ou desinteressante. Nada se assemelha a nada do que pensei ver, viver, vir a ter. Porque sonho... o sonho projecta... e quando chegamos nada é como pensamos que iria ser. Imagina eu, que sonho um mundo com hollywood ending type ou disney....e nada aparece, nada acontece... a não ser uma rua banal, pessoas sórdidas e vazios. O desconforto instala-se. Fecho-me no hotel. Então o desconforto cessa pouco a pouco. Ele cessa, porque aquilo que trazemos em nós, também começa a cessar. Quando olhamos o que quer que seja  sem projecção, podemos ver o real, em total aceitação. A rua mais feia torna-se primeiro banal, e depois, petit à petit,...

Como o incenso

  O valor do incenso está no aroma que liberta quando é aceso. Incenso que nunca se acende não cumpre o seu desígnio. E, quando finalmente é aceso, começa a reduzir-se. Parece desaparecer. Mas é precisamente nesse momento que começa a cumprir aquilo para que existe. Ao arder, liberta o seu fumo e a sua fragrância. E talvez haja aqui algo do ser humano. Também nós nos libertamos através das nossas ações, das nossas palavras, da nossa presença, do amor que damos e daquilo que deixamos nos outros. O incenso cumpre a sua missão quando liberta o seu aroma. Mas deixa ele de existir? Não. Transforma-se. Pode ser respirado, as suas partículas viajam no vento, o seu fumo sobe ao alto. O que antes estava concentrado num pequeno pedaço de incenso espalha-se agora pelo espaço. E quando entramos numa casa e encontramos apenas aquilo que restou do incenso, poderíamos pensar que quase nada ficou. Mas então percebemos: ele adoçou a casa. Permaneceu no ar. Levou para o alto a nossa devoção. Espalho...

A um grande Amigo

 Até sempre amigo Zé, bom companheiro de aventuras!! Que Deus te acolha porque sempre foste uma pessoa fantástica.... Um abraço forte meu amigo!!
 

Sem titulo

 Hoje apetecia-a me deitar no chão frio e assim ficar. Tantos problemas, tantos sustos e além disso tudo...este vazio. O tempo passa e sinto um vazio enorme. Que faço da minha vida? Não mereço ser feliz? E então suspiro e afundo-me. E uma parte de mim diz - que fazes tu para seres feliz? Que riscos e limites cruzas? Porque te limitas tanto por nao te amares? Entao penso - se me odeio tanto como poderei ser amado por outros? E no meio disto penso - haverá tempo para arriscar? Haverá tempo para ir em frente?  Sinto me como folha lançada ao vento...mas escura e velha, no Outono da minha vida.

Basta Cazzate

Entrou de repente, já era noite Tu viste-a e pensaste que era a hora Diz-lhe que já não consegues viver sem Sem ela Chega de merdas, chega de parvoices Já se fez tarde e já não tens tempo Há um comboio à tua espera, mas despacha-te Ou partirá sem ti Chega de merdas, chega de parvoices No fundo, o amor é uma viagem feita ao acaso Sentir-se bem é uma aposta pendurada por um fio Tudo se verá, como correrá A receita nunca ninguém a teve Mas há uma linha férrea, há a tua viagem, há o teu comboio Parte, e depois verás o que nos espera no fim Chega de merdas, chega de parvoices Já se fez tarde e já não tens tempo Há um comboio à tua espera, mas despacha-te Ou partirá sem ti Chega de parvoices, chega de parvoices Já se fez tarde e já não tens mais tempo Há um comboio à tua espera, mas despacha-te Ou partirá sem ti Ou partirá sem ti Ou partirá sem ti  

Olhar para dentro

  Olhe para a sua mente... Quantos pensamentos desnecessários, quantos desejos, quanta necessidade de acumular, de ganhar mais e mais... Por alguns instantes, olhe para a sua vida. Se você interromper o que quer que esteja fazendo, o que será perdido? Nada se ganha com o seu fazer. De manhã à noite nos ocupamos com coisas triviais. Então, no fim do dia, você fica cansado e vai dormir. Na manhã seguinte está pronto para iniciar as mesmas coisas não-essenciais. É um círculo vicioso. Mas você tem tanto medo de olhar a banalidade dessa vida que se mantém sempre de costas para ela. Se a olhar, sentirá muita depressão, pensará: “O que estou fazendo?” Se você perceber que a maioria das coisas que faz, se não tudo, é absolutamente inútil, seu ego estará perdido. Seu ego precisa sentir-se importante, por isso você cria significados para as coisas triviais. Você sente como se estivesse desempenhando grandes feitos para a família, para a humanidade, como se sem você, a existência fosse acabar...

Um mundo em chamas

  “O mundo não está em crise por falta de tecnologia, mas por falta de consciência.'' OSHO