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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Limitação, Gangaji



"Queria esclarecer sobre as limitações da linguagem.Porque isso pode ser uma grande armadilha.
Linguagem é algo muito poderoso que nós seres humanos possuímos; belíssimo poder, maravilhoso poder, pura linguagem. Quando começamos a falar, o fundamental ainda permanece distante, porque a compreensão depende daquele que escuta.
Quando falamos em realização, iluminação, temos a impressão de que seja algo muito difícil; Nós compreendemos desta maneira simplesmente pela maneira que compreendemos a linguagem, que sempre nos coloca alguma coisa em separado de outra.
Isso é a base das divisões entre nós, a linguagem, a mente que sempre aponta diferenças, distancias, separações.
Essa separação externa repercute na compreensão de uma separação interna.
Mas na verdade estamos todos juntos, sempre, isso é somente os artifícios da linguagem.

Eu nem lhes digo façam alguma coisa nem que não façam alguma coisa. Nem um nem outro é certo ou errado. Não existe algo versus algo; Paz não é algo versus algo.
Paz é inclusiva. Mesmo a palavra inclusiva é pequena para defini-la.

Me perguntaram: O que são os ensinamentos não-duais? O que posso dizer é que não dualidade é TOTALIDADE, está incluído toda dualidade; Não está se criando oposição entre dualidade e não- dualidade. É assim que nossa mente funciona, criando rivalidades; escolhendo alguma coisa em detrimento de outra, uma coisa melhor que a outra, uma mais alta que a outra.
Quando nós deixamos isso para trás, apenas pela pura investigação, simplesmente por estarmos acostumados a usá-los, nós deixamos esses termos para trás - apesar deles não estarem errados - podemos ir além deles, numa visão mais ampla, includente, livre dessas terminologias, embora nós conversemos, podemos relativizar esses termos, podemos ir além dessas diferenças. Sair desses conceitos de que dualidade é isso, não-dualidade é aquilo, apenas esqueçamos disso por um momento, isso ainda é uma batalha da mente.

A mente aberta não se fixa. Toda essa busca, do que devo fazer, aonde devo chegar, aquilo que quero alcançar, deve ser esquecido, abandonado.
Aquilo que é basta. Não existe nada a alcançar, nem erros nem acertos, precisamos encontrar aquilo que É. Neste momento veremos que não excluímos nada, nem colocamos peso em nada, é apenas uma experimentação.

É maravilhoso saber "coisas", maravilhoso saber de muitas coisas, é parte como disse, da natureza humana, mas aquilo que investigamos aqui é aquilo que está livre de saber as "coisas", aquilo que é intocável por qualquer conhecimento, aquilo que é independente daquilo que chamamos "conhecimento", não separado deste, mas independente, livre.

Não importa o que sabemos ou não sabemos, isto, permanece em paz.
Quando dizemos que conhecemos nossas limitações, de variadas maneiras, estamos caindo novamente na fixação das limitações superficiais e nos afastando daquilo que está além disso e
que permanece ilimitado.

Um dos meus professores dizia: Pare de adiar, você já é realizada, iluminada; a mente é especialista em criar adiamentos. Preciso lidar com minha raiva, preciso lidar com minha insegurança, ainda preciso parar de me odiar. Pare com isso, simplesmente pare de se odiar; veja as histórias de auto-ódio, veja quanto você se alimenta dessas histórias antigas e sinta que se você parar de contar essas histórias para você mesmo imediatamente você está livre, solto e o ódio se transforma instantaneamente em amor, em paz, porque sempre foram seus próprios pensamentos que criaram a guerra dentro de você; todos esses dramas de auto-ódio ou de não se odiar mais, tudo isso ainda é uma peça teatral que você insiste em contar para si mesmo. Feche essas cortinas dramáticas e isso é paz.

Existem muitas memórias, muitas histórias humana que são horríveis, e nós sabemos disso, claro que sabemos. Rivalidades acontecem sempre, ontem, hoje e muito provavelmente no futuro também. Não sugiro que você negligencie isso,sugiro que você esteja bem consciente sobre isso; não se trata de um processo de negação. Existem essas mesmas rivalidades dentro de cada um de nós.
Na experiência direta existe uma revelação que nem possui um nome, já que é tão próxima para se ter um nome. É o que se chama de Verdade, ou Liberdade, ou Paz que está além da compreensão. Paz é mais próxima do que a compreensão, não é fora do alcance, é a mente que tem o poder em se afastar disso.

Neste momento simplesmente sente-se e reconheça que tudo está aí, acontecendo, não existe nada errado, temos a oportunidade de parar com essa discussão interna, seja ela sobre nós, o outro ou sobre outra coisa qualquer, passado, futuro.
Discussões mentais são sobre alguma coisa passada ou futura; Vejam que essas discussões não estão erradas também, são capacidades humanas em planejar, idealizar, analises de probabilidades; do mesmo modo aprender com o passado, aprender com seus enganos, mas isso não nos impede de cometermos os mesmos enganos, porque ainda existe alguma coisas que precisa ser realizado, nem mesmo é uma coisa ou nenhuma coisa, é indefinível, não é algo é você.

Você é indefinível.
Se estiver disposto a se render por um momento, deixar de lado toda e qualquer definição sobre si mesmo - boas ou ruins - apenas se renda, abandone todas definições subjetivas, de que algo necessita ser mudado, apenas se renda, abandone todas as definições, você descobre
diretamente as mentiras por trás dessas "necessidades".

Você é sempre indefinível.
O Um é indefinível.
Quem somos nós, é indefinível.E isto não está em oposição a definição.É anterior a qualquer definição, dentro disto.
Quem você é, é sempre aqui."

Gangaji

domingo, 30 de agosto de 2015

''Tu estavas no lago?''



A minha esposa tinha encontrado Maharaji (Neem Karoli Baba) e tinha me vindo buscar aos Estados Unidos para me levar e conhecê-lo. Quando fomos ver Maharaji pela primeira vez eu fiquei desconcertado com o que vi. Todos aqueles ocidentais loucos vestindo roupas brancas e se prostrando em torno daquele homem velho e gordo num cobertor! Mais do que tudo, eu odiava ver ocidentais tocando os pés dele.
 No meu primeiro dia lá ele me ignorou totalmente. Mas depois do segundo, terceiro, quarto, quinta, sexto e sétimo dias, em que ele também me ignorou, comecei a ficar mais irritado. Eu não sentia amor nenhum por ele, na verdade, eu não sentia nada. Concluí que minha esposa tinha sido capturada por algum culto maluco. No fim daquela semana eu estava pronto para ir para casa.

Estávamos hospedados num hotel em Nainital, e no oitavo dia eu disse à minha esposa que eu não me estava a sentir bem. Passei o dia andando em volta do lago pensando que se a minha mulher estava tão envolvida em algo que claramente não era para mim, deveria significar que nosso casamento estava a chegar ao fim. Olhei as flores, as montanhas, os reflexos no lago, mas nada podia amenizar minha depressão. E então fiz algo que eu realmente numa tinha feito na minha vida adulta. Eu rezei.

Pedi a Deus, “O que é que estou a fazer aqui? Quem é este homem? Estas pessoas estão todas doidas. Eu não pertenço a este sitio”. Neste momento me lembrei da frase, “Se  tivesse fé não precisaria de milagres”.

“Ok, Deus, eu não tenho nenhuma fé. Envie-me um milagre”. E continuei à procura de um arco-íris, mas nada aconteceu, então decidi ir embora no dia seguinte.

Na manhã seguinte pegamos um táxi de Kainchi até o templo, para nos despedirmos. Apesar de eu não gostar do Maharaji, achei que seria honesto ir lá e falar com ele. Chegamos a Kainchi antes de todos os outros e sentamos-nos na frente da sua varanda. Maharaji ainda não tinha saído de dentro do seu quarto. Havia algumas frutas na mesa e uma das maçãs tinha caído no chão, então eu me prostrei para pegá-la. Exatamente neste momento Maharaji saiu do seu quarto e pisou a minha mão, fixando-a no chão. 
Então estava eu lá, ajoelhado e tocando os pés dele, naquela posição que eu odiava. Que ridículo! Ele me olhou de cima e me perguntou, “Onde você estava ontem?” E então me perguntou, “Tu estavas no lago?” (ele disse “lago”, lake, em inglês). Quando ele falou a palavra “lago” para mim eu comecei a sentir essa sensação estranha na base da minha espinha, e meu corpo inteiro tremeu. Foi muito estranho. Ele me perguntou, “O que tu estavas a fazer no lago?”.

Comecei a me sentir muito tenso. Ele me perguntou então, “Estavas a andar a cavalo?”.

“Não”.

“ Estavas a passear de barco?”.

“Não.”

“Foste nadar?”

“Não.”

Então ele se abaixou e disse baixinho, “Estavas a  falar com Deus? Tu pediste alguma coisa?”

Quando ele fez aquilo eu desmoronei-me e comecei a chorar feito um bebê. Ele me puxou e começou a puxar minha barba e a repetir, “Pediste  alguma coisa?”. Aquilo realmente pareceu minha iniciação. Mas então outras pessoas chegaram e ficaram ao meu redor, me acariciando, e eu percebi então que quase todos ali tinha passado por alguma experiência como aquela. Uma pergunta trivial como “Tu estavas no lago ontem?”, que não tinha nenhum significado para ninguém, balançou minha percepção da realidade. Ficou claro pra mim que Maharaji viu através das ilusões, ele sabia tudo. Falando nisso, a próxima coisa que ele disse foi, “Vais escrever um livro?”.

Aquelas  foram as minhas boas-vindas. Depois daquilo eu só queria tocar nos pés dele”.

Dr. Larry Brilliant, Coordenador na Organização Mundial da Saude pela erradicação da variola, ex-director da Google, vencedor de TED Award

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Livros Incómodos

Poucos livros li que me incomodaram, quer pelo seu realismo, quer pelas suas ideias.

  • Diário Secreto de Laura Palmer, de Jennifer Lynch
  • Presença de Anita, Mário Donato
  • Bonjour Tristesse, Françoise Sagan
  • Viagem a Ixtlan, Carlos Castaneda

    O Diário Secreto de Laura Palmer marcou-me pelo enorme realismo. Entramos dentro da vida de uma adolescente, entramos no seu mundo, no sofrimento, na dor e nos episódios enormemente dolorosos e negros de uma estranha entidade.
    Foi um livro que teve o condão de me fazer passar noites sem fim sem conseguir dormir, até a ver homens misteriosos e a tomar muitas vezes doses de ansioliticos e indutores de sono para não ''ver'', não sentir, não nada.


    Presença de Anita é um livro de Mário Donato, que foi adaptado aos ecrãs por Manoel Carlos.
    É um história erótico-trágica de uma rapariga que vai mexendo com a sensualidade e sexualidade dos homens despertando em cada um o que existe de mais animalesco. 
    É um drama fortissimo que é como uma enorme teia de loucura e sexualidade, dor e sofrimento que levam a um final trágico.
    Deixa um travo de nostalgia e dor dentro de nós.


    Bonjour Tristesse é um livro que também foi brilhantemente adaptado ao cinema.
    É uma história simples, de uma rapariga apaixonada pela vida ''luxuosa'' e que perante a ameaça dela findar tenta controlar a vida de todos para impedir que tal ocorre. O seu desejo é concedido mas com um preço alto demais.
    O que incomoda no livro é uma sensação de melancolia. Já existe no inicio, continua e aumenta no fim.


    Poderia dizer que esses livros foram incómodos. Sim. Mas são ficção.
    Incomodam, fazem doer, trazem forte experiência emocional. Ponto final.
    Difere completamente do incómodo do ultimo livro :

    Viagem a Ixtlan é o terceiro livro de Carlos Castaneda.
    Ele fala do seu encontro com o bruxo nagual D.Juan Matus, algures nos anos 60, e de como teve estranhas experiências e vivências com o mesmo.
    O que incomoda no livro é a possibilidade de tudo isso ser Real.
    Fala de um mundo em que ''a morte caminha do nosso lado esquerdo'', em que este mundo existe porque ''recordamos'' que ele existe, que as divindades, as crenças e a sociedade são no fundo ilusões, assim como as crenças arreigadas ás mesmas.
    É o mais incómodo de todos os livros. Faz surgir em nós um debate forte -entre a crença que temos e uma visão purista e quase existencialista da realidade.
    Acompanhar o livro com a musica Sound Cloud Meditation Carlos Castaneda ( disponivel no youtube) é quase aumentar 3x a sua força e estranheza.
    Muitas vezes apago o pdf do livro, e depois, tempos depois, bem depois, volto a ler....

    “In a world where death is the hunter, my friend, there is no time for regrets or doubts. There is only time for decisions.” —   Carlos Castaneda

    quarta-feira, 2 de abril de 2014

    Miyo Fiel fala...

    Um video fascinante ( infelizmente em castelhano) sobre Espiritualidade, Viver a Vida, Medos, Sexo, Tantra, Erecção, orgasmo, etc....



    parte 2

    terça-feira, 20 de novembro de 2012

    Bohemian Grove - entre a Seita e o Controlo mundial

    File:1909 Grove Play dress rehearsal.jpg


    File:1907 Cremation of Care.jpg


    Monte Rio. California.
    Situa-se um dos mais secretos e selectos clubes do mundo - o The Bohemian Grove.
    Conta nos seus mais de 100 anos de historia com varios presidentes dos EUA, Generais e altas patentes militares, o Rockefellers, artistas milionarios, Milionarios e empresarios de topo, senadores e alguns musicos.
    Reunem-se algumas vezes por ano, mas o acampamento é em Julho.

    Para entrar no BG( Bohemian Grove), é preciso uma fiança anual de 25 000 euros, e entrar numa lista de espera de não menos 15 anos! A entrada é proibida a mulheres, bem como a não convidados.
    Os eventos são privados, apesar de nos ultimos 100 anos terem havido infiltraçoes.

    Foi fundado em 1872 por Henry Edwards e o proposito inicial do clube era não permitir falar de negocios. Era essencialmente para artistas e empresarios, num espirito de descontracçao.
    No entanto em menos de 10 anos, ja tinha angariado os funcionarios de topo do Estado, e actualmente sabe-se que muitos membros sao - Chefes da CIA, do FBI, Presidentes e ex-presidentes dos EUA, senadores, empresarios e essencialmente milionarios.

    Pois bem, o grupo tem  cerca de 2500 pessoas. O retiro tem algo de macabro que nem mesmo quem teve a oportunidade de entrar desmistificou.
    Logo no primeiro dia, vestem todos tunicas vermelhas e juntam-se no altar, junto a uma Coruja em pedra ( ver ultima imagem), onde tem um idolo (criança de papel). Ai fazem um ritual chamado Cremaçao dos Votos, onde se queimam papeis com problemas.
    Da Coruja uma voz sai ( por microfones encrustados) por uma figura que ninguem sabe quem seja, que repete um ritual e algumas frases ( durante anos foi uma gravaçao de Walter Cronkite, afamado jornalista)
    Depois o idolo arde e lançam-se no ar, num show de pirotecnica bem arranjado, foguetes e fogo de artificio, simulando um cometa que cai sobre o altar.
    A seguir sabe-se que tudo acontece - prevaricação, sexo, bebidas a mistura, drogas, existem boatos de prostitutas contratadas, rituais de todo o tipo, etc.

    Alem disso noutros dias, encenam-se peças e uns quantos homens vestem-se de mulheres...

    O secretismo absoluto do clube só aumenta a especulação. Numa das infiltrações descobriu-se que falavam de corrida ao armamento, o que veio a ocorrer anos depois. Alguns dizem que ali sao eleitos os candidatos a corrida presidencial, bem como a escolha do presidente.

    Alguns afirmam que foi ali que se gerou o Projecto Manhattan que levou a criaçao das bombas atomicas, e o seu lançamento sobre Hiroshima e Nagasaki.

    Varias pessoas tentaram entrar la. Alguns dos ultimos foram reporteres do Brad Meltzer Decoded, um programa de investigaçao do oculto e do secreto. Documentaram sensores de movimento, de infravermelhos, centenas de camaras, e foram presos e acusados de invasao de propriedade privada.
    Um dos infiltrados no Acampamento, conseguiu filmar algumas coisas, foi ameaçado de morte.

    Apenas se pode concluir - demasiados poderes juntos, não podem gerar coisa boa.
    E poe em causa se a Democracia funciona ou tudo nao passa de manipulação dos bastidores....

    Na minha opinião ao ver estas imagens não pude deixar de me lembrar de varios filmes e documentarios sobre seitas. Especialmente The Devil Rides out e algumas coisas bem Peakianas ( a coruja, as arvores, etc).
    Não acredito que se juntem apenas para falar de coisas banais, ou melhor, o que é banal para eles pode nao ser para nos. Sera que nao estara o mundo a ser um jogo de homens de negocios? Sera que nao andamos todos a ser enganados e manipulados por ''homens consagrados ao Diabo''?

    Como dizia o Mulder no X-Files - ''The truth is out there...''



    Alguns LINKS :



    terça-feira, 9 de outubro de 2012

    Fort Knox - O Cofre forte do Nada




    Anteontem passou no Canal Historia um documentário  com egide de Brad Meltzer ( escritor, investigador). sobre Fort Knox e sobre um boato que tem surgido com cada vez mais força :

    Fort Knox esta Vazio!!

    Um pouco de história :

    Durante os anos 30 o Presidente Roosevelt declarou uma directiva - Executive Order 6102, na qual era Ilegal  os cidadãos americanos ( ou Associações )terem na sua posse ouro, certificados de ouro e moeadas banhadas com o mesmo metal.
    Foi uma tentativa de equilibrar a balança comercial do ouro, na medida em que o Papel Moeda nao tinha a Preponderancia que tem actualmente - é um simples papel.

    Foi fixado assim o preço medio do Ouro.

    Sabe-se no entanto que uma parte desse ouro foi usado no armamento para a Segunda Grande Guerra ( e rumores também da guerra da Coreia, Guerra do Vietname e ate para financiar espiões na Guerra Fria).

    Muito ouro do regime nazi, dos judeus foi tambem embolsado nas reservas americanas....

    Esse ouro foi guardado em Fort Knox, no criado US Bullion Despository....

    O mais curioso do documentario foi que o cofre é nada mais que uma sala blindada, com o tamanho de uma sala normal, simplesmente com prateleiras com ouro em barra, cofres arquivo para moedas, etc. Nada do que se podia ver em Goldfinger.

    O Ouro foi então posto no United States Bullion Depository em Fort Knox. Guardado com torres de vigilancia, snipers, arame farpado e electrificado, zonas armadilhadas, guardas noite e dia, helicopteros e torres de controlo do espaço aereo, etc.


    Continuando, o ouro acabou mais tarde por ser permitido, no entanto nunca foi devolvido aos cidadãos, uma vez que é o valor do Ouro que Determinava o Valor do Dolar.

    Assim sendo, e não sendo eu um perito em Economia, se Fort Knox tiver vazio - o Dolar não vale nem metade do que vale.

    Isso levaria a uma crise, fuga de capitais, roubos, panico total. Os EUA perderiam o poder num instante, bem como o colapso do sistema capitalista mundialmente.

    Alguns questionam - Se fort Knox nao tem nada entao porque tanta guarda, tanta protecção?
    A resposta pode ser - para fingir! Porque geraria panico, caos e indignação porque o ouro é dos americanos.

    Questões e curiosidades

    • Ninguem do exterior entra no deposito do ouro desde os anos 80
    • Os trabalhadores de Fort Knox e familiares contam que dentro do cofre forte não havia nada
    • Não é autorizado a ninguem entrar, mesmo o Presidente dos Estados Unidos precisa de uma autorização
    • Não existe qualquer auditoria desde 1974
    • O candidato Ron Paul durante a crise de 2008 alegou que seria uma boa altura para auditoria, o Tesouro Federal não deu qualquer resposta


    Aqui fica a questão.

    Acredito pelos depoimentos que li no documentario, pelos varios artigos que tambem li na net, que provavelmente nem metade do ouro estará em Fort Knox, que tudo não passa de um esquema ''para inglês ver''.


    ''It is well enough that people of the nation do not understand our banking and monetary system, for if they did, I believe there would be a revolution before tomorrow morning.''
    Henry Ford



    Como o incenso

      O valor do incenso está no aroma que liberta quando é aceso. Incenso que nunca se acende não cumpre o seu desígnio. E, quando finalmente é...