Gastamos imensa energia em soluções ilusórias e que de nada servem, pois mantém o aprendizado em suspenso. A intensidade que se sente em cada emoção é o reflexo da força que damos à crença do medo de a sentir... a dinâmica que devolvemos a tentar não a sentir... a resistência de nos rendermos ao momento sem lhe dar importância vital que estamos a querer solucionar rápido... a fuga ao momento total de crescimento que está a devolver. Temos medo dessa intimidade com as nossas emoções. Medo de contactar , criar intimidade, mas é só nessa quietude dentro da emoção que poderemos integrar uma nova síntese. O impulso sobrevivente, é saída rápida desta emoção e perdemos tanto tempo e energia a fugir dela e cada vez se torna mais intensa, para que a possamos integrar... e nós a classificar tudo nela, um vaivém de emoções, porque simplesmente não aceitamos ficar a sentir, sem rotular , sem querer fugir. Parar... sentir... ficar... A chave neste momento... O cosmos se move em Nós e através...