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Mensagens

A mostrar mensagens de agosto, 2014

A Velha

o QUE APRENDI  com a velha: - Pessoas que passam o tempo a criticar tudo, esquece, essa pessoa vê-se sempre como vitima e não como Causa do seu próprio sofrimento!! - Pessoas que deixaram de ter sonhos, esquece, são pessoas frustradas que não percebem que sem sonhos, não vale a pena viver! - Pessoas que só vivem para as aparências....É porque são muito pobres dentro delas mesmas. - Pessoas que acham sempre que os outros estão errados e culpados, sejam eles ministros, pais ou amigos, esquece, são no fundo pessoas que não São capazes de viver com V grande e como causa da cobardia apontam para os outros. - Que só se conhece os amigos nas aflições e nos bons momentos - se estiverem nos dois lados vale a pena...se não então vai te afastando!      =     

One more step

70% preparado... Olho a mala...o medo invade.... quantas ilusões se desfazem ao contemplá-la. Olho para o alto depois. Entrego a vontade e os passos.....

Jivakriti - uma terapia para o século XXI

''Falar de doença é uma abordagem errada para quem quer saber mais de Jivakriti. A doença não existe. Ponham isso nas vossas cabeças. Por isso não lhe dêem força e existência, pois assim apenas continuam a trazê-la a tona, a fazer com que os sintomas persistam e o estado do paciente se agrave. No mundo ocidental, surgiu a ideia de catalogar uma doença segundo um conjunto de sintomas e sinais. Bem, pode ser útil para tentar perceber que processo está aquela pessoa a desenvolver e que ferramentas podemos usar para a sua cura. Mas mais que isso é persistir no vazio. Não só a doença só ocorre num corpo que está vivo e reage, como toda a Saúde e Doença vivem e são resultado de todas as vivências desse ser - o que come, o que bebe, o que fuma, o que pensa, onde vive, se faz sexo, se é abstémio, etc. Não podemos assim concordar em criar algo nocivo para a pessoa, e dar um nome à doença, querer erradicar a doença, viver para a doença é absolutamente errado. É dar-lhe força. É c...

Jeremy Narby - Xamanismo e Realidade

    Jeremy Narby cresceu no Canadá e Suíça. Foi estudante de história na University of Canterbury e recebeu o seu PhD em antropologia na Stanford University. Viveu, por dois anos, na Amazônia Peruana estudando a tribo Ashaninca e a sua metodologia de exploração dos recursos da selva amazônica (85.000 espécies). Trabalha, desde 1989, para a Nouvelle Planete, uma organização filantrópica, na Suíça. Como resultado dos seus estudos e experiências na Amazônia Peruana, escreveu o best-seller "The Cosmic Serpent - DNA .And The Origins of Knowledge" (A Serpente Cósmica - DNA. E as Origens do Conhecimento - sem tradução para o português).  Infinito - O que a antropologia pensa, actualmente, sobre os xamãs e o xamanismo? Jeremy Narby - Os antropólogos atualmente dizem muitas coisas diferentes sobre os xamãs. O xamanismo é um dos assuntos que os antropólogos se especializaram em estudar nos últimos 120 anos. Os antropólogos viam os xamãs como psicóticos, charlatões, c...

Descobrindo o EU

'' No nosso caminho de regresso à casa do Pai todo o trajecto se faz descobrindo. Ao descer, cobrimos; agora, ao subir, retiramos camada sobre camada de matéria, ilusão, erro. Tudo está, esteve, estará sempre lá. A Luz é imperecível: nós é que hoje nos apercebemos um pouco mais dela; amanhã mais ainda. A Luz é.'' Maria Lisete Soares, em Inspiração e Prática. Não podemos nos conhecer melhor no mundano, no dia a dia confortável. Sigo a ideia de Thoreau - descobrir quem somos só acontece no dificil, na escuridão, na aventura. Sigo o meu Mestre Maior, oiço a sua inspiração, ligo-me a ele, e deixo também que as vozes de Osho, entre tantos outros surjam na minha vida. todos eles aparecem para me indicar o caminho de volta a mim. E é essa a minha busca - descobrir-me a mim, descobrir e redescobrir o sentido da minha vida. E uma luz só pode descobrir quem é na sombra. Assim também eu quero redescobrir frénitos das minhas emoções. Dure o que durar, a...

Preparando o caminho

Semanas complicadas estas. Problemas de saúde inesperados, muito trabalho em família, muitas confusões e eu a preparar a viagem. Curiosamente quanto mais me aproximo, mias percebo certas ilusões, mais o medo também se aproxima, mais a coragem luta para triunfar. Começam a exacerbar-se as perguntas - onde vais? que vais fazer? que buscas? Curiosamente percebo que provavelmente não sei a resposta para nenhuma delas. O medo invade-me e de repente um auxilio espiritual ou da essência surge - Não preciso de saber nada, vou em viagem, como uma pluma ao vento, conhecendo-me e conhecendo o mundo, descobrindo e fazendo o que dentro de mim me impele a fazer. Alguém me disse - Isso é perigoso! se fosses com alguém.... Parte de mim sente-o e sabe-o. Mas existe um filme que me ensinou que só um pode andar perdido, dois vão sempre a algum lado... e eu quero perder-me. A minha mestra disse que aprendeu isto com os anjos -  ´´A própria impermanência nos torna livres.´´ Tento perce...

Da politica

''Vocês são seres de três partes, e a maioria das pessoas experiência-se como um corpo. Mesmo a mente é esquecida depois dos trinta. Ninguém lê. Ninguém escreve. Ninguém ensina. Ninguém aprende. A mente é esquecida. Não é nutrida. Não é expandida. Não há nenhuma nova contribuição. (...)Não é despertada. É embalada, adormecida. Fazem tudo o que podem para a desligar. Televisão, cinema, literatura de cordel. Dê lá por onde der, não pensem, não pensem, não pensem!!! (...) A maior parte das pessoas não lê um bom livro- quero dizer u m livro com o qual possam aprender alguma coisa - há anos. Mas são capazes de recitar a programação da televisão da semana toda. Há nisso algo de extraordinariamente triste. A verdade é que a maior parte das pessoas não quer ter de pensar. Elegem lideres, apoiam governos, adoptam religiões que não exigem o pensamento independente. ''Facilita-me as coisas. Diz-me o que fazer''. A maior parte das pessoas quer isso. Onde me sento...