“Who controls the past controls the future. Who controls the present controls the past.” 1984, George Orwell Vivemos num mundo que tenta alterar o passado e o presente. Um presidente que manipula o seu pais para o bem do seu bolso pessoal, que espalha/sustem/promove o seu regime manipulando, invadindo, ameaçando, e como um polvo expandindo a sua visão e dominio. Um presidente que muda nomes a seu belo prazer, com um ego desmesurado, querendo qual Ramsés II, deixar a sua marca. E o mundo, como carneiros e ovelhas, segue, aplaudindo, olhando para os outros como inimigos, não vendo a verdade em frente. Uma cortina de fumo de russos e americanos, israelitas e ucranianos, chineses e europeus todos metidos numa teia de poder. Voltamos aos anos 30 do século passado. O imigrante é o novo judeu. Os bilionários cada vez mais ricos, agora donos do monopólio das comunicações, tentam impor a sua verdade. E promovem os politicos que querem...os salvadores da pátria. E promovem o me...
Ás vezes parece que oiço o barulho que o meu cão fazia com as patas quando ia começar a escavar. Mas rapidamente me lembro que já morreu. Outras vezes vou ao quintal e parece que sinto um aroma do meu cão, tanto quando fazia xixi ou quando tinha estado a chuva e tinha o pelo molhado... são apenas segundos, fragmentos e logo desaparecem. Em alguns momentos, parece que escuto a sua voz quando ia começar a ladrar... mas nada surge. Quando regressei de férias sentia a casa ainda mais vazia... aliás, nem tinha ninguem a minha espera... podia lá ficar indefinidamente. Quando me perguntam quando arranjo outro cão apenas respondo - ainda não. Não ter cão faz me sentir a falta de ter cão. Mas neste momento só me apetecia ter o Meu Cão. Não ter cão liberta-me também das amarras da casa, que é apenas um constructo de memorias, limites e apegos agora. Sento-me agora e espero...espero que o som do meu cão morto emerja de novo...mas ele não o faz.... Nada me prende, nada me limita, nada ...